1up Nightmare Team

Como surgiu ?

Este blog nasceu de uma vertigem num domingo ensolarado após 12 horas dando suporte numa nova versão que estava sendo implantada. Revoltado com a vida, e principalmente com a metodologia usada na empresa, precisava desabafar e com um porém, sem ninguém notar. Não demorei muito pra concluir que não daria conta de posts quase diários, e tive a ótima idéia de olhar ao redor e perceber que não sou o único a sofrer com os mesmos problemas, foi ai que nasceu a equipe 1up4dev.

Por que 1up4dev !?!

Como um bom nerd, jogos clássicos fazem parte da nossa vida. 1up = cogumelo verde do mário (está no banner) que significa uma nova vida e dev = developer, sim somos chamados assim na pilha de documentos do waterfall. Lendo em inglês (pode ser o inglês indiano mesmo), ai teremos algo como … “Uma nova vida ao desenvolvedor”

Sobre os autores ainda está pendente, os requisitos foram levantados e está em fase de definir a Arquitetura e blá blá blá … provavelmente após uns dois anos de “levantamento”, sairá uma versão alpha com muitos bugs e com certeza não será aquilo que você leitor está esperando! :-)

Autores

Miguel Baldi

Bom, não tive escolha, já estava ficando feio…

Meu nome é Miguel Aranha Baldi Hörlle, tenho 22 anos e trabalho com tecnologia desde os 15 (parece exagerado, mas não é). Comecei fazendo estágio na época do colégio, primeiro montando e configurando micros, administração de redes e tal. Até que comecei a aprender a linguagem C, neste ponto ingressei na faculdade de Ciencias da Computação na PUC. Aí consegui meu primeiro estágio de programação, C++ e Visual Basic 6, é eu já programei VB6! Nesse ponto me apaixonei por algoritmos e programação, daí já viu…

Então tive contato com Java na faculdade, apartir daí comecei a trabalhar com esta linguagem e estou até hoje. Tenho bastante experiência com sistemas web de diversos tamanhos, e comecei a gostar muito de interfaces, javascript e tal. Coisas que na época do C++ eu considerava abomináveis, tipo: “html não é linguagem…”, “javascript não é programação”, e coisas preconceituosas do gênero. Os tempos mudam. Comecei a usar linux no começo da faculdade, e hoje em dia isso virou uma constante na minha vida. Até já pensei em comprar um Mac, mas acho que instalaria linux nele (risos). Atualmente me deparei com uma linguagem chamada Ruby, me empolguei, comecei a estudar Rails, então não parei mais. Daí para os principios do Manifesto Ágil foi um passo.

Não acabei a faculdade ainda, pois infelizmente nesta área se você começa a trabalhar muito cedo, fica cada vez mais dificil estudar. Claro, dificil de frequentar a faculdade, porque estudar mesmo é todo dia. Na verdade às vezes percebo que fico à cada dia mais viciado em trabalho. Minha proporção de leitura é: para cada livro não-técnico, 3 técnicos. Sinto que está piorando, hehe.

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Humberto Bulhões

Um impostor. Não-graduado e não-certificado, explora informalmente o mercado de trabalho de desenvolvimento de sistemas há 12 anos. Sobrevive pagando de programador C++, embora não manje nada. Já aplicou o mesmo golpe utilizando HTML, JavaScript, Java e C#. Nunca teve pudor de rezar para Microsoft, IBM, Sun ou qualquer outra desde que rolasse grana. Seu código de ética resume-se a “não utilizarás VB nem PHP”. Arriscou ser gerente e se deu mal, mas quer revanche.
Acredita que a adoção de metodologias ágeis é muito favorável a seus interesses.

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Blog do Figura: http://myidlethread.wordpress.com

Rodrigo Panachi

Sou formado em Ciência da Computação e trabalho com desenvolvimento de software há 4 anos. Comecei com suporte, passei pela infra, experimentei Delphi, .NET, C# e agora estou atuando com desenvolvimento em Java. Tenho estudado constantemente e, como profissional, prezo pela qualidade do meu trabalho. Já trabalhei em várias empresas onde pude acumular experiência suficiente para concluir que somente a agilidade funciona. Acredito na comunidade open-source, não defendo marcas/empresas e me esforço para disseminar o pensamento ágil nos profissionais ao meu redor.

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Blog do Figura: http://nobrokenwindow.blogspot.com/

Roger Leite

Olá, atualmente não sei o meu cargo definitivo, isso é bom pois atuo em vários papéis desenvolvedor, analista de sistemas, tester e design. Minha paixão desde moleque foi computadores, e do dia pra noite me peguei lendo sobre Basic na era “pré-histórica” da computação. Comecei trabalhando com hardware, passei por suporte também , tanto de usuário como de infra estrutura, mas a grande paixão mesmo foi a programação. Como uma evolução natural, a ideologia open source me abraçou e hoje trabalho com Linux e Java, e dou os meus “pitacos” em linguagens de scripts. Já trabalhei em diferentes empresas, com linguagens e pensamentos diferentes, mas o que busco hoje é um ambiente ágil que nunca encontrei ou tive oportunidade de desenvolver.

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Minhas Leituras